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Como a série iniciou

O primeiro registro que tenho da série ERAS é 21 de novembro de 2008. Após longo período de observações, intuições e vivências o livro pareceu estar pronto - pelo menos em meu corpo mental. Sempre achei que um livro - ou um filme, ou qualquer forma de comunicação e expressão - deveria ser, antes de tudo, útil às pessoas. O conceito de utilidade, na minha percepção, é o de algo que nos ajuda a evoluir, e evolução é o motivo de estarmos vivendo neste planeta. Fazemos parte de um contexto que não é falado claramente; os ensinamentos que nos colocam defronte à realidade são deixados de lado em troca de histórias fantasiosas que geram dogmas e fanatismo. Aceitando-as, damos as costas ao real.

No momento em que comecei a digitar as primeiras linhas de ERAS escolhi mostrar de forma clara e transparente a percepção mais profunda que tenho da realidade desta Humanidade. Os grupos religiosos, situações e personagens do romance são reais; os ensinamentos são verdadeiros; a realidade presente foi mostrada de forma simples e sem adereços. A ficção literária apenas protege os locais e as pessoas - além, é claro, de conferir o brilho atrativo de um romance.

Muito se fala, nos chamados grupos e movimentos espirituais, que a verdade não pode ser totalmente expressa e divulgada porque todos nós, seres humanos, não estamos preparados para isto. Esta postura foi verdadeira no passado; hoje é apenas uma falácia, argumento de quem prefere manter para si o poder do conhecimento. Saber é essencial para evoluir. A verdade é o fator que liberta e, livres, vemos o caminho com clareza.

A série ERAS é dedicada a todos que persistem caminhando.